quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

O Dia "D"

A foto já diz, por si só, quem começou tudo o que estamos vendo e vivendo
Tem muita gente dizendo que hoje é o dia "D" para o ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva, o Lula. Acho que todos estão, no mínimo, equivocados. Hoje é o dia "D" para todos nós brasileiros. A depender do resultado do julgamento dos recursos do ex-presidente contra sua condenação em primeira instância por corrupção, é que saberemos, de fato, quem são os virtuais aspirantes à cadeira de Presidente da República do que restou deste país, cujo presidente atual, Michel Temer, foi ignorado no Fórum de Davos, com um discurso que não convenceu a meia dúzia de gatos pingados que se prestaram a ouvi-lo nesta manhã.
É claro que o resultado desse julgamento, em Porto Alegre, tem um leque de possibilidades de resultados, mas, o que interessa é que, com Lula ou sem Lula, quem se apresenta como salvador da pátria para governar o país a partir de janeiro de 2019. O amigo leitor tem uma opinião formada, tem um nome de consenso?
*PS - O presidente que aí está é fruto da aliança entre PT e PMDB (ou MDB), e apesar de dizer que está tudo às mil maravilhas, sabemos que é discurso de governo pra inglês ver, porque a situação está preta para o povo brasileiro, especialmente da raia miúda, que ganha o mísero salário mínimo e dele tem de fazer milagres para atravessar o mês e boiar no outro ainda sobrevivendo.

segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

Ciclista sofre nas vias de Belém

Não obstante haver uma campanha para que as pessoas troquem o carro pela bicicleta, torna-se impossível fazer isso cotidianamente com a situação de má educação de motoristas e pedestres, má conservação das vias, ciclovias e ciclofaixas da capital do Pará.
As ciclovias das avenidas Almirante Barroso e da Duque de Caxias estão cheias de buracos e precipitações que, se o ciclista não estiver atento, corre o risco de se acidentar. Há locais que a prudência exige andar a baixa velocidade por ser área estreita. Mesmo assim, alguns ciclistas teimam em trafegar em alta velocidade, não sendo difícil acontecerem trombadas de bicicletas, causando ferimentos nos próprios ciclistas.
Para completar, constantemente estamos vendo ciclistas e motociclistas na contramão das ciclovias e ciclofaixas, carros estacionados ao longo da via destinada ao ciclista, além de motoristas que abusam e só faltam passar por cima das pessoas com suas bicicletas, principalmente motoristas de ônibus.
Os guardas da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana - Semob só aparecem para multar as pessoas, mas pouco ou nada resolvem no sentido de fazer algo pelos ciclistas.
Assim, a prudência recomenda que o ciclista faça a sua parte, esteja sempre na mão e na razão. E se pede que o poder público, no caso, prefeitura e Semob, faça sua parte.

quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

População terá de financiar a campanha eleitoral deste ano

O presidente Michel Temer sancionou com um veto a Lei Orçamentária Anual (LOA) para 2018, que prevê as receitas e despesas da União para o exercício financeiro deste ano. Temer vetou a estimativa de recurso extra de R$ 1,5 bilhão para o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).
No entanto, a lei prevê a alocação de R$ 1,716 bilhão para o Fundo Especial de Financiamento de Campanha, criado na minirreforma eleitoral aprovada no ano passado pelo Congresso. Esses recursos se destinam ao custeio de parte das campanhas para as eleições gerais de outubro.
As regras do novo fundo estabelecem também o repasse de 30% dos recursos destinados às emendas de bancada de execução obrigatória no Orçamento e do dinheiro proveniente da compensação fiscal das emissoras de radiodifusão com o fim de parte da propaganda partidária eleitoral. A estimativa é de que esses recursos cheguem a R$ 400 milhões e se somem aos valores previstos no Orçamento.
O projeto de lei orçamentária foi aprovado em dezembro passado pelo Congresso Nacional, após passar por várias discussões na Comissão Mista de Orçamento. Uma das principais novidades deste ano é a destinação de R$ 1,716 bilhão para um fundo eleitoral, chamado de Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC), que vai custear com recursos públicos as eleições de 2018. Este será também o primeiro Orçamento aprovado após a vigência da Emenda Constitucional do Teto de Gastos, que limita as despesas públicas à inflação do ano anterior pelos próximos 20 anos.
De acordo com o Palácio do Planalto, apesar do veto aos recursos extras, o Fundeb já possui provisão de cerca de R$ 14 bilhões para este ano.
O Orçamento prevê um déficit primário de R$ 157 bilhões para 2018, diferentemente da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), aprovada anteriormente, que previa uma meta fiscal deficitária de R$ 159 bilhões. A proposta prevê crescimento de 2,5% do Produto Interno Bruto (PIB) para os próximos 12 meses.
No texto aprovado pelo Congresso, a previsão para o salário mínimo de 2018 era de R$ 965. No entanto, o cálculo para o reajuste foi atualizado, levando em conta o PIB e a inflação, e o governo confirmou na última semana do ano passado o novo mínimo de R$ 954, em vigor desde segunda-feira passada (1°).

Despesas
A lei orçamentária prevê despesas da ordem de R$ 3,5 trilhões em 2018, sendo que R$ 1,16 trilhão se destinam ao refinanciamento da dívida pública. Tirando os recursos para refinanciamento, sobram à União cerca de R$ 2,42 trilhões. Desses, apenas R$ 112,9 bilhões são destinados a investimentos públicos. Os gastos com Previdência Social somam R$ 585 bilhões e o pagamento de juros da dívida pública deverá custar R$ 316 bilhões.
O gasto com funcionalismo público foi estimado em R$ 322,8 bilhões para 2018. Esse montante contempla o adiamento de reajustes salariais e o aumento da contribuição previdenciária dos servidores (de 11% para 14%), conforme determinado pela Medida Provisória 805/17.

Mensagem do dia

Orquídeas à entrada do Lago Negro (RS), saudando com beleza os turistas
Vivemos hoje em Belém a primeira quinta-feira do ano de 2018, um dia que se abre com esperanças do sucesso, do fim das tristezas, das dores, das angústias, dos percalços da vida, que é composta por todos esses pedaços, essas partículas que existem em cada pessoa. O que não devemos esquecer é do amor, do otimismo e das esperanças que se colocam em nossos corações por meio da força do Espírito Santo que é o próprio Deus, onipotente, onipresente pelos séculos sem fim.
Por maior que sejam os obstáculos, como seres humanos, como guerreiros, devemos transpô-los, porque há coisas melhores pela frente.
Somente depois que passamos por esse vale de lágrimas e olhamos para trás é que podemos ver o quão nossas lutas são importantes e como foi bom vencer a tudo e alcançar a bonança, porque ela existe.
Ainda há pouco eu dizia que não devemos pegar o passado como presente, mas sim, como lembrança ou lição para não se cometer os mesmos erros e desatinos, buscando sempre o melhor. Isso se chama vida.
Somos humanos. Erramos muitas vezes buscando os acertos, as melhoras. O que não podemos chorar nem lamentar é por termos nos sentado a esperar que as coisas aconteçam por si só ou caiam do céu. O Deus ajuda, instrui, mas Ele não quer que sejamos inertes nem preguiçosos.
Por isso, vamos em frente, na busca da plena felicidade que não precisa ser passando por cima dos outros, cortando-lhe os direitos e os desrespeitando. Bom dia!

quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

Vista da Praia do Farol, em Mosqueiro, distrito do Município de Belém, capital do Estado do Pará

terça-feira, 2 de janeiro de 2018

Paisagem da cidade de Gramado, no Rio Grande do Sul. Que o Ano Novo de 2018 seja de mais flores do que de espinhos para o povo brasileiro. Bom dia a todos.




Ano Novo: é hora de arrumar a casa

Não obstante o desejo de que o Ano Novo de 2018 seja de muita alegria, paz, saúde e sucesso, é necessário se repensar o atual quadro formado por crise econômica, política, moral e social; desemprego, descaso, descalabro, nenhum interesse do poder público pelo bem coletivo brasileiro etc. E quando falamos em Poder Público, aqui, nominamos as três esferas, todas mergulhadas numa crise de convulsão, onde cada um quer defender o próprio umbigo. Já chega!
Pra começar, nas eleições deste ano, precisamos fazer um esforço para não permitir que nenhum desses parlamentares que estão nas casas legislativas seja reeleito. Precisamos fazer uma análise para evitar que candidatos aventureiros também sejam eleitos, principalmente os majoritários.
Qual o cenário atual: todos os candidatos presidenciáveis são medíocres sob todos os aspectos e há candidaturas aventureiras e oportunistas que precisam ser barradas pelo eleitor. Esta história de direita, esquerda, centro-direita e seja lá o que mais for não cola mais. O Brasil está cansado de ver vagabundos no comando, chefiando quadrilhas de assaltantes do erário. Essa corja toda deveria, sim, estar na cadeia. Pegaram alguns, mas não o TODO. Os grandes tubarões estão livres, leves e impunes...
E estarão concorrendo às eleições com as mesmas e fajutas propostas. É hora de mudar, de acabar com o voto de vantagem, porque, da feita que o voto é vendido, quem comprou não tem mais compromisso com ninguém. Por isso que a bandalheira permanece. Vamos fazer um pacto de verdade, o pacto da mudança?

O Dia "D"

A foto já diz, por si só, quem começou tudo o que estamos vendo e vivendo Tem muita gente dizendo que hoje é o dia "D" para o ...