Luiz Araújo chora no Tribunal do Júri
Luiz Araújo, quando deixava o salão do Tribunal do Júri, no intervalo do almoço. Foto: Jorge Nascimento ROBERTO BARBOSA O radialista Luiz Araújo voltou a sentar no humilhante banco dos réus na manhã desta segunda-feira. É julgado por duplo homicídio quadruplamente qualificado contra os irmãos Ubiraci e Uraquitã Novelino, crime ocorrido no dia 25 de abril do ano passado, nas dependências da empresa Service Brasil, de propriedade do empresário Chico Ferreira. A sentença contra o réu deve sair até a noite de hoje, já que nesta tarde já ocorriam os debates, acirrados, porém técnicos, entre Acusação e Defesa. No final da manhã, quando a sessão de julgamento foi interrompida para o almoço pelo juiz criminal Raimundo Moysés Flexa, Araújo viu-se diante de sua mulher e de um dos filhos, aos quais pediu, chorando, para que fossem embora, pois não necessitavam passar por aquela humilhação. O pedido do réu, entretanto, não foi obedecido, dado que os familiares continuavam no auditório do Tribunal ...
Comentários
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Um dos candidatos a sucessão de Atayde é Luiz Paschoal de Alcântara Neto, atual diretor da Divisão de Meio Ambiente (Dema), com extenso currículo dentro da Polícia Civil. Alcântara já foi corregedor-geral, o segundo maior cargo da cúpula da PC, diretor da Divisão de Polícia Administrativa e foi o primeiro chefe imediato do atual secretário de Segurança Luiz Fernandes, quando este começou em 1991 na Delegacia de Furtos e Roubos de Veículos Automotores (DRFVA) que era dirigida por Alcântara. A amizade dos dois credencia Alcântara como a bola da vez se a indicação partir do atual titular da Segup.
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Alcântara já possui tempo suficiente para aposentadoria voluntária, mas, estaria aguardando a possibilidade de vir repetir a façanha de seu irmão Lélio Alcântara na década de 80. Lélio foi corregedor-geral, em seguida coordenador-geral (equivalente a delegado-geral) e secretário de Segurança de 85/86.