Marajó precisa de emprego e renda para crescer S egunda-feira, chego ao escritório, faço a leitura do dia e ligo o computador, procurando na net uma emissora de flasback, pois gosto de trabalhar ouvindo música, relembrando os bons tempos, fatos importantes, tristes ou alegres etc. No jornal, me deparo com uma nota no Repórter 70, do jornal “O Liberal”, acerca da região do arquipélago do Marajó, segundo a qual prefeitos da área estiveram reunidos com o governador Simão Jatene, o qual fala de pacto. Estive este na cidade de Cachoeira do Arari, onde fora promovido um seminário na Câmara de Vereadores para debater a questão do plantio de arroz, pois o projeto estaria causando polêmica na região, pois, segundo os comentários, os peixes estavam desaparecendo e haveria muitos impactos ambientais como cortes de árvores. Os responsáveis pelo debate, que teve o apoio da Federação da Agricultura do Estado do Pará – Faepa negaram qualquer dano ao meio ambiente e sustentável que a pobreza no ...
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Fazendeiros condenados por submeter trabalhadores à escravidão em Paragominas Os proprietários rurais José Luiz Pedrini Moro e Luiz Otávio Rodrigues da Cunha foram condenados à pena de cinco anos de reclusão em regime semiaberto pelo juiz federal Rubens Rollo D'Oliveira. Eles foram denunciados pelo Ministério Público Federal (MPF), sob acusação de submeterem trabalhadores a condições semelhantes às do trabalho escravo em suas propriedades, no município de Paragominas, a 300 quilômetros da capital paraense. As sentenças foram divulgadas pela Justiça Federal na sexta-feira passada. O processo mais recente foi aberto em 2007, a partir de denúncia do MPF, baseada nas informações levantadas pelo grupo especial de fiscalização móvel do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) em conjunto com a Polícia Federal (PF), segundo as quais, em agosto de 2006, uma operação na fazenda Roseta, propriedade de Luiz Otávio Rodrigues da Cunha, em Paragominas, resgatou 11 trabalhadores rurais. Segu...
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Vila de madeira pega fogo no Curió-Utinga Lamentável incidente ocorreu na tarde desta quinta-feira, quando uma vila de casas de madeira pegou fogo na Avenida João Paulo II. Ninguém saiu ferido, nem mesmo um animal, mas as pessoas que lá residiam perderam tudo e estavam desabrigadas até o final da tarde. Muitos procuravam, entre os escombros e cinzas, algum objeto que ainda pudesse ser utilizado, cenário triste que se verificava na periferia da capital paraense, diante de curiosos, motoristas e passageiros de ônibus que passavam pelo local. Diz-se lamentável um sinistro desta magnitude pela situação observada: exatamente onde estava essa vila de casas, durante as grandes chuvas que caem sobre Belém, os moradores ficavam literalmente ilhados. É a área da Avenida João Paulo II que fica sob a água, verdadeiro rio que praticamente impede até o trânsito de veículos. Para sair de casa, as pessoas tinham de arregaçar as calças, tirar sapatos e meias e mergulhar o pé na água fétida, pois...
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INFORME PUBLICITÁRIO Se até o fim do mês não houver acordo, trabalhadores de saúde cruzarão braços em todo o Pará, afirma sindicato O s donos de hospitais, clínicas, laboratórios e casas de saúde continuam insensíveis às reivindicações dos profissionais técnicos de enfermagem do Pará, se recusando, por determinação do presidente do Sindicato dos Estabelecimentos de Saúde do Estado – SINDESSPA, Breno Monteiro a negociar aumento de 10% para a categoria, assegurando o pagamento de horas extras, insalubridade, folga semanal remunerada, ambiente de repouso e jantar para os funcionários que trabalham no período noturno. Segundo o presidente da UGT Pará, do Sindicato dos Empregados Técnicos de Saúde – SINTHOSP e da Federação dos Trabalhadores no Comércio e Serviços dos Estados do Pará e Amapá – FETRACOM, companheiro Zé Francisco, há dezenas de relatos quanto a insatisfação dos trabalhadores nesses estabelecimentos de saúde, inclusive com denúncias de assédio moral. Na última terça-feira,...
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Como aceitar Jesus Fui abordado nesse fim de semana que se passou por uma senhora que viu quando me benzi ao passar na frente de uma igreja. Ela interpelou-me para perguntar por que eu não aceitava Jesus. Olhei para a pobre mulher cheio de curiosidade e, ao mesmo tempo, de ternura no coração. De curiosidade, porque ela me fizera uma pergunta que nunca me passou pela cabeça, afinal, não vivo sem Cristo, sem Ele não sou nada. Então, passei a escutá-la para poder responder-lhe a seu questionamento. A senhora disse que eu não devia me benzer, porque Cristo não era aquele que estava dentro da igreja onde se adora imagens de barro, de pedra e de madeira. Eu já sabia que ela não era católica e lhe indaguei: o que é aceitar a Jesus Cristo? Ela respondeu que aceitar a Jesus era segui-lo sempre como único Deus a ser adorado e que o católico é idólatra que, depois da missa, vai para o futebol, para a farra etc. Depois que a senhora acabou de falar, disse-lhe que aceitar Jesus da forma como...
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Jornalismo simples, correto e elegante A arte de fazer jornalismo na atualidade exige do profissional conhecimento amplo sobre os mais variados temas, visão crítica, senso investigativo para saber separar o joio do trigo e alta sensibilidade para colocar as palavras certas nos locais certos, dando o tom real da coisa sem buscar especificamente a emoção do destinatário, seja leitor, telespectador, radiouvinte ou internauta. Escrever com sensibilidade, eis a arte. Esta sensibilidade implica em redigir com clareza, simplicidade e elegância indo direto ao assunto. É por isso que, no lead, se deve responder as cinco perguntas básicas do que, quem, como, onde e porque. Isso era uma técnica antiga, que hoje se usa, porém, com a diferença de que se vai direto aos fatos, desenvolvendo o texto, a notícia, sempre com enriquecimento de informações, de forma a prender o destinatário do princípio ao fim. Trata-se de uma literatura informativa que foge dos padrões da arte convencional, rebu...
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INFORME PUBLICITÁRIO CCJ aprova regulamentação da profissão de comerciário A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania aprovou nesta quarta-feira o Projeto de Lei 3592/12 , do Senado, que regulamenta a profissão de comerciário – aquele que trabalha em lojas, agências de turismo, salões de beleza ou outros estabelecimentos comerciais. O texto aprovado fixa a jornada normal de trabalho dos comerciários em 8 horas diárias e 44 semanais. Estes limites só podem ser alterados em convenção ou acordo coletivo de trabalho. A proposta, no entanto, admite jornadas menores, de seis horas, para o trabalho realizado em turnos de revezamento, desde que não ocorram perdas na remuneração e que o mesmo empregado não seja utilizado em mais de um turno de trabalho. Contribuição sindical O projeto também obriga todas as empresas a contribuir para entidades sindicais, independentemente de fili...